A primeira chávena humedece-me os lábios e a garganta.
A segunda chavena quebra a minha solidão.
A terceira chavena busca nas minhas entranhas, mas apenas encontra milhares de ideogramas absurdos.
A quarta chavena provoca uma leve transpiração - todos os males da minha vida saem pelos poros.
E à quinta chavena já estou purificado.
A sexta chavena transporta-me aos reinos dos imortais.
A sétima chavena - ah, não posso beber mais!
Só posso sentir a brisa do vento fresco que me levanta as mangas.
Onde está o Elísio? Deixe-me cavalgar sobre esta suave brisa que me leva até lá.
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